O veneno está na mesa

O veneno está na sua mesa” é um documentário do cineasta brasileiro Silvio Tendler que faz parte da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.

O filme aborda um tema que tem tido cada vez mais atenção: o Brasil usa venenos agrícolas proibidos em todos os continentes. O brasileiro é o que mais consome agrotóxico em todo o mundo, cerca de 5 litros a cada ano por habitante. As consequências, como mostra o documentário, são desastrosas e nos leva a uma reflexão sobre os rumos do modelo de desenvolvimento brasileiro.

O vídeo está disponível na íntegra em:

 

Mais sobre o tema em: http://pertodanatureza.wordpress.com/2009/11/23/primavera-silenciosa/

Impactos das Mudanças Climáticas

Já mostramos aqui uma imagem parecida com essa, sobre o que fazer para combater o aquecimento global.

A imagem abaixo ilustra os impactos das mudanças climáticas.

Fonte: http://surakimusrilanka.net/?page_id=218

Coleta Seletiva – Campanha MMA

A campanha “Separe o lixo e acerte na lata”, lançada pelo Ministério do Meio Ambiente, dá dicas sobre a separação do lixo seco e úmido e mostra à população, de maneira simples, os benefícios da coleta seletiva para o planeta.

Assista aos vídeos que serão exibidos nos canais da TV aberta:

Somos todos um

Vídeo incrível sobre nosso planeta: traz a profecia de nativos norte-americanos, imagens do documentário premiado da BBC, narrado por David Attenborough e produzido por Alastair Fothergill e conta com a trilha sonora do filme Patch Adams.

Boa reflexão!

“(…) e cada dia que você não fizer o que é certo, é mais um dia que você perdeu uma opção”.

Assista ao vídeo legendado em: 

Sustentabilidade para Leonardo Boff

Sustentabilidade: adjetivo ou substantivo?

por Leonardo Boff

É de bom tom hoje falar de sustentabilidade. Ela serve de etiqueta de garantia de que a empresa, ao produzir, está respeitando o meio ambiente. Atrás desta palavra se escondem algumas verdades mas também muitos engodos. De modo geral, ela é usada como adjetivo e não como substantivo. Explico-me: como adjetivo é agregada a qualquer coisa sem mudar a natureza da coisa. Exemplo: posso diminuir a poluição química de uma fábrica, colocando filtros melhores em suas chaminés que vomitam gases. Mas a maneira com que a empresa se relaciona com a natureza donde tira os materiais para a produção, não muda; ela continua devastando; a preocupação não é com o meio ambiente mas com o lucro e com a competição que tem que ser garantida. Portanto, a sustentabilidade é apenas de acomodação e não de mudança; é adjetiva, não substantiva. Sustentabilidade como substantivo exige uma mudança de relação para com a natureza, a vida e a Terra. A primeira mudança começa com outra visão da realidade. A Terra está viva e nós somos sua porção consciente e inteligente. Não estamos fora e acima dela como quem domina, mas dentro como quem cuida, aproveitando de seus bens mas respeitando seus limites. Há interação entre ser humano e natureza. Se poluo o ar, acabo adoecendo e reforço o efeito estufa donde se deriva o aquecimento global. Se recupero a mata ciliar do rio, preservo as águas, aumento seu volume e melhoro minha qualidade de vida, dos pássaros e dos insetos que polinizam as ávores frutíferas e as flores do jardim. Sustentabilidade como substantivo acontece quando nos fazemos responsáveis pela preservação da vitalidade e da integridade dos ecossistemas. Devido à abusiva exploração de seus bens e serviços, tocamos nos limites da Terra. Ela não consegue, na ordem de 30%, recompor o que lhe foi tirado e roubado. A Terra está ficando, cada vez mais pobre: de florestas, de águas, de solos férteis, de ar limpo e de biodiversidade. E o que é mais grave: mais empobrecida de gente com solidariedade, com compaixão, com respeito, com cuidado e com amor para com os diferentes. Quando isso vai parar? A sustentabilidade como substantivo é alcançada no dia em que mudarmos nossa maneira de habitar a Terra, nossa Grande Mãe, de produzir, de distribuir, de consumir e de tratar os dejetos. Nosso sistema de vida está morrendo, sem capacidade de resolver os problemas que criou. Pior, ele nos está matando e ameaçando todo o sistema de vida. Temos que reinventar um novo modo de estar no mundo com os outros, com a natureza, com a Terra e com a Última Realidade. Aprender a ser mais com menos e a satisfazer nossas necessidades com sentido de solidariedade para com os milhões que passam fome e com o futuro de nossos filhos e netos. Ou mudamos, ou vamos ao encontro de previsíveis tragédias ecológicas e humanitárias. Quando aqueles que controlam as finanças e os destinos dos povos se reunem, nunca é para discutir o futuro da vida humana e a preservação da Terra. Eles se encontram para tratar de dinheiros, de como salvar o sistema financeiro e especulativo, de como garantir as taxas de juros e os lucros dos bancos. Se falam de aquecimento global e de mudanças climáticas é quase sempre nesta ótica: quanto posso perder com estes fenômenos? Ou então, como posso ganhar comprando ou vendendo bonus de carbono (compro de outros paises licença para continuar a poluir)? A sustentabilidade de que falam não é nem adjetiva, nem substantiva. É pura retórica. Esquecem que a Terra pode viver sem nós, como viveu por bilhões de anos. Nós não podemos viver sem ela. Não nos iludamos: as empresas, em sua grande maioria, só assumem a responsabilidade socio-ambiental na medida em que os ganhos não sejam prejudicados e a competição não seja ameaçada. Portanto, nada de mudanças de rumo, de relação diferente para com a natureza, nada de valores éticos e espirituais. Como disse muito bem o ecólogo social uruguaio E. Gudynas: “a tarefa não é pensar em desenvolvimento alternativo mas em alternativas de desenvolvimento”. Chegamos a um ponto em que não temos outra saída senão fazer uma revolução paradigmática, senão seremos vítimas da lógica férrea do Capital que nos poderá levar a um fenomenal impasse civilizatório.

Consumismo

Chris Jordan, fotógrafo norte-americano, tem chamado a atenção para a imensa quantidade de objetos de consumo que são descartados no planeta todos os dias. Através de belas fotos, ele denuncia uma sociedade consumista e materialista.

Veja se Adivinha o que são essas imagens.

No site do fotógrafo há mais trabalhos: http://www.chrisjordan.com/gallery/rtn2/#maya

Mudança de Paradigma

Esses slides que circularam nos e-mails há algum tempo mostram a dificuldade que temos em mudar a lógica de certas coisas. Continuamos reproduzindo os mesmos padrões de desenvolvimento sem ao menos questionar se essa é a melhor forma.

Clique em Paradigma para ver a apresentação.

A circulação de água na natureza

A consciência universal é comparada a um oceano – uma massa fluida, não-diferenciada – e o primeiro estágio da criação assemelha-se à formação das ondas. Uma onda pode ser vista como uma entidade distinta e, no entanto, é óbvio que uma onda é o oceano e o oceano, uma onda.

Não há nenhuma separação definitiva.

O estágio seguinte da criação seria o de uma onda quebrando nas pedras e espirrando gotículas de água no ar, gotículas que existirão como entidades distintas por um pequeno tempo, antes de serem tragadas de novo pelo oceano. Desse modo, temos aqui alguns momentos efêmeros de existência separada. A continuação deste raciocínio metafórico seria uma onda que bate numa praia rochosa e volta para o mar, mas deixa uma pequena poça d’água. Talvez leve muito tempo até vir a próxima onda e retomar a água deixada ali. Durante esse tempo, a poça d’água é uma entidade separada – sendo, no entanto, também uma extensão do oceano que, eventualmente, irá levá-la de volta ás suas origens.

A evaporação é o estágio seguinte. Imagine a água evaporando-se e formando uma nuvem. A unidade original fica agora obscurecida, oculta por uma efetiva transformação. É preciso um certo conhecimento de física para se dar conta de que a nuvem é o oceano e oceano é a nuvem. Todavia, a água na nuvem irá eventualmente unir-se ao oceano sob a forma de chuva.

A separação final, em que o elo com a fonte original parece ter sido de todo esquecido, é muitas vezes ilustrada por meio de um floco de neve que se cristalizou a partir da água numa nuvem, que em sua origem havia se evaporado do oceano. Temos aqui uma entidade distinta altamente estruturada, altamente individualizada, que parece não ter semelhança alguma com suas origens. Precisamos aqui de um conhecimento profundo para reconhecermos que o floco de neve é o oceano e o oceano é o floco de neve. E para que o floco de neve possa unir-se mais uma vez ao oceano, terá de abandonar sua estrutura e sua individualidade; terá por assim dizer, de sofrer a morte de seu ego para retornar à sua fonte.

A consciência ecológica, em seu nível mais profundo, é o reconhecimento intuitivo da unicidade de toda a vida, da interdependência de suas múltiplas manifestações e de seus ciclos de mudança e transformação. E, na verdade, a espiritualidade – ou o espírito humano – poderia ser definida como o modo de consciência em que nos sentimos unidos ao cosmos como um todo.

Texto: Stanislav Grof, psicólogo, e Fritjof Capra, físico, citado em Sabedoria Incomum, de Fritjof Capra

História dos Eletrônicos

Mais uma animação da ativista Annie Leonard, da História das Coisas e História da Água Engarrafada, entre outras. Nesse novo vídeo, a História dos Eletrônicos, é explicado como essa indústria usa a “obsolescência programada”, desenhando produtos para serem substituídos com grande velocidade, e aponta os efeitos na saúde e no meio ambiente de metais e outros recursos usados na fabricação e liberados no descarte dos aparelhos.

Assista ao vídeo legendado em:

 

Os números de 2010

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Este blog é fantástico!.

Números apetitosos

Imagem de destaque

Um Boeing 747-400 transporta 416 passageiros. Este blog foi visitado cerca de 3,200 vezes em 2010. Ou seja, cerca de 8 747s cheios.

 

In 2010, there were 15 new posts, growing the total archive of this blog to 42 posts. Fez upload de 6 imagens, ocupando um total de 419kb.

The busiest day of the year was 23 de agosto with 42 views. The most popular post that day was Consumo responsável.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram mail.yahoo.com, google.com.br, pt-br.wordpress.com, mail.live.com e search.conduit.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por consumo, lata de aluminio, latas de aluminio, educação para o consumo e primavera silenciosa download

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

Consumo responsável dezembro, 2009

2

O Cinismo da Reciclagem novembro, 2009
2 comentários

3

Educação para o Consumo Sustentável janeiro, 2010
3 comentários

4

Livro Encontros e Caminhos vol. 1 e 2 novembro, 2009

5

Primavera Silenciosa novembro, 2009

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